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Centro de Interpretação Templário de Almourol já abriu

slide CITA web

É o primeiro do género em Portugal. Dispõe de uma sala de exposição permanente, espaço de exposições temporárias e de uma sala de projeção de filmes sobre a temática dos templários. No mesmo edifício funciona também a Biblioteca – Arquivo Templário, que dispõe de um vasto acervo literário dedicado a este tema, fruto das doações de Teresa Furtado e de Manuel J. Gandra.

O novo Centro de Interpretação Templário de Almourol (CITA) permite a afirmação da rota templária no território, através da criação de elementos físicos e expositivos que possibilitam ao visitante contactar com a história e com as lendas indissociáveis do Castelo de Almourol. O monumento nacional é uma das mais fortes heranças da Ordem do Templo em Portugal, facto que contribui fortemente para a sua visitação por turistas nacionais e estrangeiros. O novo espaço cultural permite incluir Vila Nova da Barquinha nas rotas turísticas nacionais e internacionais associadas à questão templária.

Ao mesmo tempo que possibilita capitalizar o Castelo de Almourol como item de marca templária, contribui para a permanência de visitantes no concelho, através da criação de fluxos entre o Castelo e a Vila, sobre a temática do turismo cultural e religioso.

O projeto inaugurado ao público no passado dia 18 de novembro transformou um espaço já existente no 1.º piso do Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha, a antiga sala da Biblioteca Infantil, de modo a receber uma exposição temporária e permanente, com peças, manequins, fotografias, ilustrações, infografia e textos. Na sala de projeção é possível visionar diversos filmes alusivos ao tema.

Para a criação dos conteúdos do Centro de Interpretação, foram elaborados estudos do património imaterial templário e da idade média, que contribuem para o aprofundamento do conhecimento sobre esta temática. O CITA irá acolher três exposições anuais, com conteúdos associados aos Templários e à sua história.

O projeto foi candidatado ao Programa Valorizar, Linha de Apoio à Valorização Turística do Interior do Turismo de Portugal, que comparticipou em 90% do investimento total da intervenção – 152.219,88€. O Programa Valorizar tem por objetivo promover a contínua qualificação dos destinos com a valorização do património cultural e natural do país.
O CITA pode ser visitado, com entrada gratuita até ao final de 2018, no edifício do Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha, durante os dias úteis, das 09:00 às 12:30 e das 14:00 às 17:30. Em breve será divulgada informação sobre os horários de visita ao fim de semana, ingressos e visitas guiadas.

Almourol encerra 8 dias para obras

castelo visitas web

O Castelo de Almourol, concelho de Vila Nova da Barquinha, vai encerrar ao público, por motivos relacionados com obras de valorização e arranjo paisagístico da ilha de Almourol, nos próximos dias 8, 9, 10, 11, 12 (encontrando-se aberto ao fim de semana) e de 15, 16 e 17 de outubro de 2018.
A operação “Valorização do Castelo de Almourol” centra-se na melhoria das condições de acesso do público ao castelo e na intervenção de requalificação do coberto vegetal da Ilha do Almourol, da requalificação da margem direita e na colocação de um palco para espetáculos dentro do castelo.
No mês de novembro irá ser inaugurado o Centro de Interpretação Templário de Almourol, ao lado do Parque de Escultura Contemporânea, tendo o Município de Vila Nova da Barquinha como objetivo alcançar os 100.000 visitantes ano.
Importante monumento nacional, o castelo constitui-se num elemento identitário do território nacional, devido à sua inigualável beleza, situado numa ilha no rio tejo, bem como enquanto monumento Templário.
Fortaleza reconstruída por Gualdim Pais, mestre da Ordem dos Templários, em 1171, o Castelo de Almourol é um dos ícones nacionais. À época da Reconquista integrava a chamada Linha do Tejo, constituindo um dos exemplos mais representativos da arquitetura militar da época, evocando simultaneamente os primórdios do reino de Portugal e a Ordem dos Templários, associação que lhe reforça a aura de mistério e romantismo.
A singular localização torna-o um dos mais bonitos monumentos do país, tendo sido considerado Monumento Nacional em 1910. Em 2007, foi um dos 21 finalistas da eleição das 7 Maravilhas de Portugal.

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